O Tedesco Shield é uma plataforma de pentest automatizado que utiliza um agente baseado em LLM para executar testes ofensivos reais contra a sua aplicação web. Não estamos falando de scanners genéricos que verificam bibliotecas desatualizadas. Nosso agente simula o comportamento de um atacante real: ele navega, se cadastra, captura tokens, tenta injeções e escala privilégios de forma autônoma.
Cada varredura gera um relatório estruturado com findings classificados por severidade (CRITICAL, HIGH, MEDIUM), endpoint afetado, payload utilizado e recomendação de correção específica. Você recebe exatamente o que um consultor de segurança entregaria, mas em minutos, não semanas.
350+
Protocolos de injeção por sessão
6
Fases de auditoria militar
<30min
Tempo estimado (Deep Scan)
0
Falsos positivos tolerados
A diferença entre verificar vulnerabilidades e realmente tentar explorar elas.
Ferramentas como Nessus, Qualys ou OWASP ZAP verificam assinaturas conhecidas em bancos de dados de CVEs. Se a vulnerabilidade não está catalogada, ela passa despercebida. Elas não interagem com a lógica de negócio da sua aplicação: não criam contas, não testam fluxos de pagamento, não tentam acessar dados de outro usuário.
O Tedesco Shield não compara strings contra uma lista. Ele lê a resposta HTTP/HTTPS, interpreta o comportamento da aplicação e adapta o próximo vetor de ataque com base no que aprendeu. Se um payload de NoSQL Injection retorna um status 200 com dados que não deveriam estar ali, o agente sabe que encontrou algo real, não apenas um padrão que "parece" vulnerável.
Contratar uma empresa de pentest tradicional custa entre R$15.000 e R$80.000 e leva de 2 a 6 semanas para entrega do relatório. Nosso agente executa a mesma cobertura fundamental (reconhecimento, injeção, bypass de auth, IDOR) em uma fração do tempo e do custo, permitindo que você teste a cada sprint, não a cada trimestre.
Cada deploy é uma oportunidade para introduzir regressões de segurança. Uma nova rota que esqueceu a validação de permissão, um campo de input que não sanitiza aspas simples, um endpoint que expõe IDs sequenciais. O Tedesco Shield foi projetado para rodar a cada release, pego essas regressões antes que elas cheguem à produção.
As vulnerabilidades mais destrutivas raramente estão em bibliotecas desatualizadas. Elas estão na sua lógica: um endpoint de pagamento que aceita valores negativos, um sistema de convites que permite auto-promoção a admin, ou um reset de senha que vaza se o email existe ou não no sistema. Nosso agente testa exatamente esses cenários.
Cada finding inclui: endpoint afetado, método HTTP/HTTPS, payload exato que foi usado, resposta recebida e recomendação de correção. Sem linguagem vaga como "possível vulnerabilidade". Se está no relatório, é porque o agente conseguiu de fato explorar.
O ecossistema digital é hostil e ininterrupto.
Enquanto você lê isso, milhões de requisições maliciosas vasculham a internet buscando a menor porta aberta. Bots e motores de varredura automatizada testam defesas 24/7 sem piedade. Se você não está testando ativamente e ofensivamente a sua própria infraestrutura, acredite: alguém está testando por você.
O que o agente testa em cada varredura.
Cada scan segue uma metodologia estruturada em 4 fases: reconhecimento passivo, mapeamento de aplicação, testes de autenticação e injeção/bypass. Cobrindo os vetores mais explorados em ataques reais contra aplicações web modernas.
Testes de estresse contra seus endpoints usando payloads lógicos ($ne, $regex, $where) em MongoDB e consultas parametrizadas em PostgreSQL. O agente analisa as respostas HTTP/HTTPS para diferenciar falsos positivos de vulnerabilidades reais confirmadas.
Avaliação completa de tokens JWT (alg:none, brute-force HS256), manipulação de cookies (flags HttpOnly, Secure, SameSite) e tentativas de mass assignment para escalação de privilégios via campos como role=ADMIN ou credits=9999.
Coleta de registros DNS (CNAME, TXT, SPF/DMARC), enumeração de subdomínios via crt.sh e amass, varredura das 1000 portas TCP mais comuns e fingerprint de WAF (Cloudflare, AWS WAF, Imperva) para traçar o perímetro real.
Busca direcionada por .env, .git/config, dumps SQL esquecidos, source-maps e chaves de API vazadas em bundles JavaScript do client-side, incluindo padrões de AWS (AKIA), Firebase (AIza), Stripe (pk_live_) e GitHub (ghp_).
O agente se cadastra como usuário comum e tenta acessar dados de terceiros manipulando IDs em rotas protegidas. Identifica falhas de autorização onde a aplicação verifica autenticação mas esquece de validar propriedade do recurso.
Antes de cada varredura, o sistema resolve o DNS do alvo e bloqueia automaticamente IPs internos (127.0.0.1, 10.x.x.x, 192.168.x.x) e endereços de metadata cloud (169.254.169.254), impedindo ataques SSRF acidentais na nossa própria infra.
Como o agente opera do início ao relatório final.
O agente inicia coletando informações públicas do alvo sem interagir diretamente com a aplicação. Consultas DNS identificam subdomínios esquecidos, registros MX, SPF e DMARC. Uma varredura das 1000 portas TCP mais comuns (nmap) revela serviços expostos como SSH em portas não-padrão, bancos de dados MongoDB ou Redis acessíveis externamente.
Nesta fase também identificamos o WAF ativo (Cloudflare, AWS WAF, Vercel) e tentamos resolver o IP real do servidor por trás do proxy, consultando históricos em SecurityTrails e Shodan.
O agente carrega a aplicação em um navegador, captura todas as requisições de rede e extrai endpoints das rotas JavaScript bundladas. Ele verifica diretórios críticos específicos: /.env, /.git/config, /api/health, /swagger.json, /graphql. Não usa wordlists genéricas de 100 mil entradas que travam o alvo.
Source-maps (.js.map) são descompilados para extrair o código-fonte original, onde o agente busca padrões de chaves de API (AKIA, AIza, pk_live_, ghp_) e variáveis prefixadas (VITE_, NEXT_PUBLIC_).
O agente se cadastra com credenciais temporárias na aplicação, captura o token JWT ou cookie de sessão e inicia os testes autenticados. Ele tenta mais de 350 mutações profundas que incluem: NoSQL injection no campo de login ($ne, $gt, arrays aninhados), Server Prototype Pollution, HTTP Cache Smuggling, tokens JWT com alg:none, brute-force de segredos e manipulação massiva de parâmetros (role=ADMIN, credits=9999).
Cada tentativa analisa a resposta HTTP/HTTPS completa (status, body, headers) para determinar se a falha é real ou se a aplicação se comportou corretamente. Sem heurísticas de padrão, sem falsos positivos.
Com o mapa de endpoints e uma sessão autenticada, o agente executa testes de injeção direcionados. Ele tenta NoSQL injection em todos os campos de entrada mapeados, SQL injection clássica em parâmetros de query, XSS reflexivo e armazenado, e IDOR em rotas que usam IDs como parâmetro, testando se o usuário A consegue acessar dados do usuário B.
O relatório final classifica cada finding com severidade, endpoint, payload exato e sugestão de mitigação específica para o framework detectado.
Tedesco Shield vs. Scanners Tradicionais
Scanners como Nessus, Qualys e OWASP ZAP cobrem CVEs e headers. Nós cobrimos a lógica que eles não conseguem testar.
| Capacidade | TEDESCO | SCANNER |
|---|---|---|
| Injeção NoSQL ($ne, $regex, $where) | ||
| Bypass de JWT (alg:none, brute HS256) | ||
| Mass Assignment (role, credits) | ||
| Mapeamento de Source Maps | ||
| Varredura de CVEs públicas | ||
| Prevenção de SSRF automática | ||
| Relatório com contexto e recomendação | ||
| Teste de IDOR autenticado |
Teste somente o que é seu.
O Tedesco Shield é uma ferramenta de segurança ofensiva projetada exclusivamente para testes autorizados. Ao submeter um alvo, você declara que possui permissão explícita para realizar testes de penetração naquele domínio ou infraestrutura.
A responsabilidade legal sobre qualquer varredura executada é exclusivamente do usuário que a solicitou. Ao utilizar a plataforma, você concorda com estes termos.
Crie sua conta, compre créditos via Mercado Pago e submeta o primeiro alvo. O relatório estará pronto antes do seu café esfriar.
Uso da plataforma sujeito a autorização do proprietário do alvo. Varreduras não autorizadas são responsabilidade exclusiva do solicitante.